Não há dúvidas de que a conexão genuína entre marcas e consumidores ocorre através das emoções. Elas são o alicerce das decisões de compra, orientam o comportamento de consumo e favorecem os relacionamentos com as marcas. Em um cenário cada vez mais competitivo, compreender essas emoções se torna essencial para construir vínculos duradouros e relevantes.
Nesse contexto, a WGSN, consultoria internacional especializada em tendências e previsões de comportamento, divulgou um estudo inspirador sobre as emoções que irão influenciar os consumidores até 2027. O relatório oferece insights valiosos para marcas que desejam fortalecer suas estratégias de branding e aprofundar a conexão emocional com seu público.
Segundo a consultoria, as marcas que se destacarem nos próximos anos serão aquelas que entenderem os impulsos emocionais por trás das escolhas de seus consumidores. O estudo aponta três emoções principais que tendem a ganhar ainda mais protagonismo até 2027:
Alegria Estratégica: essa emoção surge como resposta ao estresse, ao tédio e à sensação de desregulação que muitos enfrentam no dia a dia. Trata-se da busca por uma alegria com propósito, uma experiência que promova autodescoberta, conexão, inspiração e inclusão. Marcas que adotam um posicionamento mais leve, bem-humorado, divertido e positivo tendem a conquistar vantagem competitiva, oferecendo experiências que despertam o bem-estar e a satisfação genuína.
Desvontade: está relacionada ao esgotamento emocional e à sobrecarga digital. A emoção da “Desvontade” expressa o desejo de se libertar de responsabilidades excessivas e da constante pressão do dia a dia. O consumidor anseia por uma vida mais simples, significativa e com menos obrigações. Nesse cenário, as marcas que se posicionarem como parceiras e que promovem praticidade, conveniência e economia de tempo serão mais valorizadas por ajudar os consumidores a focarem no que realmente importa.
Otimismo Cético: Essa emoção reflete o equilíbrio entre o encantamento pela tecnologia, especialmente a inteligência artificial, e a desconfiança quanto às suas possíveis consequências. Os consumidores desejam se beneficiar da inovação, mas sem abrir mão da segurança e da transparência.
Para conquistar a confiança desse público, as marcas devem ser fontes de informação clara, oferecer ferramentas educativas e empoderar seus clientes a tomarem decisões tecnológicas mais conscientes e informadas. Ao compreender e integrar essas emoções emergentes, sua marca poderá se conectar com mais profundidade com as pessoas e, mais do que isso, fazer parte da transformação positiva que elas buscam em suas vidas.