Bahia, Pernambuco, Maranhão e Alagoas foram destaques em fusões e aquisições
Uma pesquisa realizada pela KPMG mostrou que Bahia, Pernambuco, Maranhão e Alagoas foram destaques em fusões e aquisições no primeiro semestre deste ano. Os quatro tiveram resultados positivos no período. O estado baiano registrou 10 transações nos primeiros seis meses de 2023 contra seis no mesmo período de 2022, um aumento de mais de 65%; a região pernambucana concretizou cinco operações contra quatro respectivamente, a localidade alagoana uma e a maranhense teve três negócios concretizados apenas este ano.
Por outro lado, outros dois estados registraram queda se compararmos o primeiro semestre deste ano com o mesmo período do ano passado: Ceará reduziu de 7 para 5 e Paraíba de 10 para 1. Já o Rio Grande do Norte e o Sergipe ficaram estáveis registrando respectivamente 5 e 1 operações.
“Mesmo em um cenário econômico desafiador, o volume de transações na Região Nordeste se manteve praticamente estável, quando comparado a 2022. A expectativa é de uma melhoria contínua para os próximos períodos”, analisa o sócio de mercados regionais da KPMG, Paulo Ferezin.
365 operações de fusões e aquisições no segundo trimestre deste ano, fechando o semestre com 737 negócios concretizados por empresas no país. Do total de operações finalizadas no segundo trimestre deste ano, a maioria delas foi do tipo doméstica (233), ou seja, realizada entre empresas brasileiras. Em comparação com os primeiros três meses (372), o cenário permaneceu estável.
O estudo da KPMG é feito trimestralmente e leva em consideração 43 setores da economia brasileira. Foram feitas ainda 105 negociações realizadas por empresas estrangeiras adquirindo, de brasileiros, outra estabelecida no Brasil; 21 por estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil; 4 por brasileira adquirindo, de estrangeiros, empresa no Brasil; e duas por brasileira adquirindo, de estrangeiros, empresa estabelecida no exterior
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