Design

Laboratório Ernest lança nova identidade visual em projeto assinado pelo Baião Studio

Por Redação

22/10/2026 09h48

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Com sede em São Paulo e atuação no Nordeste e Sudeste, instituição adota marca mais dinâmica e reforça estratégia voltada à pesquisa aplicada, à aprendizagem baseada em projetos e à experiência do usuário

O Ernest (Laboratório de Opinião Pública Ernest Manheim) apresenta sua nova identidade visual como parte de um reposicionamento estratégico. Com sede em São Paulo e atuação nas regiões Nordeste e Sudeste, a instituição passa a adotar uma marca mais dinâmica, desenvolvida pelo Baião Studio e alinhada à proposta de aproximar a pesquisa sociológica de problemas concretos da sociedade.

A mudança inclui a adoção do nome Ernest, uma forma simplificada que mantém a referência ao sociólogo Ernest Manheim (1900–2002), conhecido por suas contribuições aos estudos da opinião pública, das comunidades e da comunicação social. Para o Dr. Kochav Koren, fundador do laboratório e colunista do Nosso Meio, a atualização conecta esse legado aos desafios contemporâneos.

“A simplificação e adoção do nome Ernest reforçam a conexão direta com o legado intelectual de Ernest Manheim, unindo a tradição sociológica rigorosa aos desafios contemporâneos da esfera pública e da tecnologia”, afirma Koren.

Nova marca traduz fase estratégica do laboratório

A nova identidade substitui a estética institucional anterior por uma composição modular, com formas orgânicas e cores vibrantes. A logomarca combina um balão de diálogo em magenta e um semicírculo em ciano, com um ponto central que remete à escuta e à análise dos fenômenos sociais. A tipografia geométrica em roxo é acompanhada pelo descritor “Pesquisa Influente”.

O reposicionamento também incorpora duas frentes de atuação: o Project-Based Learning (PBL), ou aprendizagem baseada em projetos, e o conceito de UX Popular, voltado à experiência do usuário em contextos sociais e cotidianos.

A abordagem PBL orienta as atividades de pesquisa e formação de pesquisadores para a resolução de problemas reais, com foco em aplicações práticas. Já o conceito de UX Popular busca traduzir dados sociológicos e dinâmicas sociotécnicas em ferramentas, metodologias e interfaces mais acessíveis, aproximando o conhecimento produzido das experiências de populações urbanas e periféricas.