Rapha Borges tem mais de 50 prêmios internacionais, incluindo um Grand Prix em Cannes, assinou campanhas para Itaú, Coca-Cola, Vivo e Mercado Livre, e em março deste ano voltou à WMcCann como CCO, dez anos depois de ter saído. No caminho, fundou a Tiger, uma brandtech que nasceu justamente no espaço entre criatividade e tecnologia que o modelo tradicional de agência ainda não sabe ocupar. No papo, Rapha fala sobre o que mudou na publicidade brasileira na última década, sobre o que separa um briefing comum de uma ideia capaz de chegar ao palco de Cannes, e sobre como convencer um cliente a apostar em uma ideia ousada quando a pressão do dia a dia é por retorno rápido e mensurável. A conversa passa ainda pelo papel da inteligência artificial no processo criativo, pelo que o mercado regional tem a ensinar aos grandes centros e pela pergunta que define o próximo capítulo da propaganda: se a IA torna a execução cada vez mais rápida e acessível, qual vai ser o grande diferencial de uma agência, e de um criativo, nos próximos anos? Confira o episódio completo!
