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Com o mote “Do Brasil para o Brasil”, Tintas Iquine revela Caroá e Jatobá como as Cores do Ano 2027

Por Redação

11/09/2026 13h17

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Unindo a leveza de um verde suave à solidez de uma tonalidade profunda, a proposta transforma a riqueza dos biomas nacionais em uma atmosfera de pertencimento e aconchego

A Tintas Iquine anuncia Caroá (um tom verde suave e caloroso) e Jatobá (um verde escuro e profundo) como suas Cores do Ano para 2027. A escolha das tonalidades é fruto de um estudo conduzido em parceria com o escritório inglês Studio Justine Fox, consultoria internacional reconhecida por conectar psicologia das cores, comportamento, arquitetura e cultura em processos que antecipam tendências globais. Em sintonia com as aspirações contemporâneas de expressão pessoal e autenticidade nos espaços, a Iquine define o Maximalismo Curado – traduzido como “um exagero organizado” – como o pilar estético central para o ano.

A revelação é marcada pela celebração da expressão viva e da pluralidade brasileira. “O Brasil é vasto e rico demais para ser traduzido em uma única cor. Escolhemos duas tonalidades porque acreditamos na força dos contrastes e na harmonia da nossa diversidade”, explica Leonardo Vasconcelos, diretor comercial e de marketing da Tintas Iquine. “A nossa intenção é convidar o público a se reconectar com as suas raízes e levar para dentro de casa uma atmosfera viva, acolhedora e cheia de história”, complementa.

Biomas brasileiros

As duas Cores do Ano 2027 da Tintas Iquine estabelecem um diálogo sobre a resiliência nacional: a capacidade de florescer mesmo no árido e a força de raízes profundas. Essa escolha de duas tonalidades complementares reflete a própria essência do Maximalismo Curado, que busca a harmonia na abundância e na curadoria cuidadosa de elementos da natureza brasileira.

Caroá: a tonalidade é inspirada na planta de mesmo nome, uma espécie nativa do bioma de caatinga do Brasil, se destaca por sua força ao crescer e florescer no solo seco e sob o sol intenso do semiárido. Essa planta, cuja fibra é historicamente utilizada por artesãos na confecção de artefatos e redes de pesca, simboliza a singularidade e a engenhosidade brasileiras.

Jatobá: presente na grandiosidade da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica, a tonalidade é sinônimo de enraizamento seguro, força natural e acolhimento. Jatobá surge como uma resposta de conforto à crise global de solidão, oferecendo uma base repousante e acolhedora para os espaços contemporâneos.

Paletas complementares

Para desdobrar essa visão em escolhas reais de decoração, a Tintas Iquine estruturou suas paletas complementares sugerindo proporções de como harmonizar as tonalidades nos ambientes. A primeira delas, batizada de Pedra e Brisa, inspira-se em paisagens florestais costeiras e aposta na clareza e na calma mineral para criar um espaço cognitivo livre de desordem visual. A cartela reúne tonalidades suaves como o azul de Parecis, o frescor cinza-esverdeado de Tororó, a névoa profunda de Galena e a leveza clara de Marujada.

Já a paleta Terra e Traço celebra o modernismo tropical, trazendo a solidez da terra por meio de tons terrosos, quentes e profundos. Sendo a tradução cromática mais expressiva do maximalismo curado na proposta, essa composição envolve cores vibrantes como o amarelo luminoso de Manga, o calor sensorial de Cravo e as profundezas de argila presentes em Caipora e Jaqueira.

Campanha de divulgação

As cores do ano da Tintas Iquine contarão com materiais promocionais para ambiente digital, além das ativações de pontos de venda e eventos. Com o mote “do Brasil para o Brasil”, a assinatura criativa é da agência Lean.

A brasilidade característica da marca percorre toda a campanha, inclusive o vídeo manifesto divulgado nas redes sociais da empresa bem como na página oficial da companhia. O conteúdo traz a poética por trás das cores escolhidas, conectando os significados delas às mensagens da campanha.

“Além de uma reflexão quanto a possíveis combinações de cores, as paletas e toda a campanha das nossas cores do ano também trazem sugestões de proporcionalidade para a composição do ambiente. As próprias peças de divulgação que construímos têm essa premissa como base”, detalha Anselmo Albuquerque, CSO da Agência Lean.