Expansão

Complexo Cultural Yolanda e Edson Queiroz vai reunir museu, teatro e torre educacional em Fortaleza

Por Redação

31/07/2026 14h00

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Empreendimento da Fundação Edson Queiroz ocupará a área do antigo Centro de Convenções e pretende se consolidar como um dos maiores equipamentos culturais do Ceará

A área onde funcionou por décadas o antigo Centro de Convenções de Fortaleza está dando lugar a um novo marco para a cultura cearense. Em construção ao lado da Universidade de Fortaleza (Unifor), o Complexo Cultural Yolanda e Edson Queiroz reunirá museu, teatro, espaços de formação e uma torre voltada ao ensino, formando um dos maiores equipamentos culturais do Estado.

Idealizado pela Fundação Edson Queiroz e assinado pelo arquiteto cearense Luiz Deusdará, o empreendimento terá 108.984 m² de área construída e foi concebido para integrar atividades culturais, educacionais e de convivência em um único espaço.

O primeiro edifício será dedicado ao museu, com 9.631 m². O espaço contará com memorial, salas de exposições permanentes e temporárias, acervo de obras raras, reserva técnica, ambiente para formação, dez auditórios com capacidade para 150 pessoas cada, área de convivência e estacionamento subterrâneo.

O segundo prédio abrigará um teatro para 1.580 espectadores, além de salas para orquestra, banda, coral e dança. O equipamento também contará com restaurante, dois auditórios para 150 pessoas, áreas de convivência e estacionamento no subsolo.

Já a terceira edificação será uma torre de 19 pavimentos e cerca de 31,5 mil m² de área construída. O espaço concentrará ambientes destinados ao ensino presencial, híbrido e virtual, além do Museu da Imprensa, áreas para locação, dez auditórios para 150 pessoas, espaços de convivência e estacionamento.

Um dos diferenciais do complexo será o uso de projeções mapeadas nas fachadas dos prédios voltados para a Avenida Washington Soares. A tecnologia permitirá que apresentações realizadas no teatro e exposições do museu sejam exibidas para quem passa pela via, ampliando a experiência cultural para além dos espaços internos.

Segundo o arquiteto Luiz Deusdará, a proposta é transformar as fachadas em uma extensão das atividades do complexo, tornando a arte visível também para a cidade e criando uma interação inédita entre o equipamento cultural e o espaço urbano.