Empresa aposta em tecnologia, conteúdo e proximidade com o ambiente regulatório para apoiar empresas e contadores na adaptação às novas regras tributárias
A Reforma Tributária brasileira deixou de ser uma discussão restrita ao campo técnico para se consolidar como uma das principais agendas estratégicas do ambiente de negócios. Com impactos diretos em preço, margem, contratos e operação, o tema exige mais do que adaptação: demanda reposicionamento.
É nesse contexto que a Fortes Tecnologia vem estruturando uma atuação que combina desenvolvimento de produto, proximidade regulatória e educação de mercado, um movimento que reposiciona a empresa para além do software.
Na prática, a preparação começa dentro dos sistemas. Segundo Rafael Nunes, Product Manager da Fortes Tecnologia, a empresa tem apostado em proximidade institucional e leitura antecipada dos movimentos regulatórios:
“A Fortes Tecnologia possui uma forte atuação junto aos órgãos reguladores e ao mercado, participando ativamente de Grupos de Trabalho com diferentes entes federais. Essa proximidade tem sido fundamental para acompanharmos, em primeira mão, as definições e direcionamentos oficiais.”
Esse movimento permite que a empresa não apenas reaja às mudanças, mas antecipe evoluções.
“Esse conjunto de iniciativas nos permite não apenas acompanhar, mas nos antecipar às mudanças, estruturando um planejamento robusto de evolução dos nossos sistemas fiscais e contábeis”, diz Rafael.
Com um cronograma que se estende até 2033, a lógica deixa de ser atualização pontual e passa a ser construção contínua, um ponto crítico em um cenário ainda em definição. Se por um lado a tecnologia é essencial, por outro ela não resolve sozinha o principal gargalo do mercado: a tomada de decisão.
“A adaptação vai muito além da adequação de sistemas. Os principais desafios passam pela interpretação das novas regras, revisão de cadastros, reestruturação de processos e, principalmente, pela tomada de decisão em um cenário ainda em evolução”, explica Rafael.
A resposta da Fortes tem sido ampliar o papel do contador, apoiando uma atuação mais estratégica por meio de um ecossistema de ferramentas que permite simular cenários, identificar inconsistências e antecipar impactos.
Mas é fora do produto que está um dos movimentos mais relevantes. A empresa vem investindo de forma consistente na construção de um ecossistema de conteúdo, que vai de materiais mais acessíveis a iniciativas aprofundadas, como programas mensais, imersões e um novo quadro no YouTube que leva a discussão para dentro das empresas.
Para Mano Marques, especialista em marketing de conteúdo da Fortes, essa estratégia parte de uma mudança estrutural na forma de encarar o tema: “A Reforma Tributária não é apenas uma mudança técnica, ela é uma mudança de lógica que impacta diretamente a tomada de decisão das empresas”, comenta.
A decisão foi inverter o fluxo tradicional de relacionamento com o mercado:
“Ao invés de esperar que as dúvidas chegassem, optamos por antecipar o conhecimento, traduzir a complexidade da legislação e ajudar profissionais e empresas a se prepararem com mais segurança.”
O efeito já começa a aparecer na qualidade das interações. Segundo ele, o mercado chega mais preparado, com perguntas mais qualificadas e maior clareza sobre seus próprios desafios. Ao longo desses conteúdos, um padrão tem se repetido: o problema deixou de ser entender o que mudou, e passou a ser como agir diante disso.
“Existe uma percepção inicial de que o desafio está em entender a nova legislação. Mas, na prática, o que mais gera dificuldade não é o que mudou, e sim o que fazer com isso.”
A proposta, portanto, é menos explicativa e mais orientada à ação: “O foco não é apenas explicar a regra, mas ajudar o público a organizar o pensamento diante de tanta informação.”
No fim, a Reforma Tributária funciona como um filtro de maturidade empresarial. Para Helaine Tahim, Head de Marketing da Fortes, a diferença entre avançar ou ficar para trás está na capacidade de transformar o impacto regulatório em evolução operacional.
“A reforma altera a lógica de apuração, crédito, incidência e, principalmente, a forma como as empresas estruturam seus processos fiscais e financeiros. Deixa de ser um tema restrito ao fiscal e passa a ser uma agenda de negócio. Mais do que nunca, a reforma exige uma mudança de mentalidade: sair de uma postura reativa para uma atuação estratégica.”
Ao combinar tecnologia, conteúdo e proximidade com o ambiente regulatório, a Fortes se posiciona em um espaço mais amplo: o de apoio à adaptação do mercado. Em um cenário ainda em construção, ganha relevância quem não apenas acompanha as mudanças, mas ajuda empresas a agir diante delas.


