Por Maria Reinald, Superintendente de DHO do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH)
Ao longo da minha trajetória como Superintendente de DHO do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), fortaleci o entendimento de que desenvolvimento e gestão humanizada não são conceitos teóricos, são escolhas diárias. Escolhas sobre como liderar. Como decidir. Como cuidar.
Acredito profundamente que uma cultura de desempenho só se sustenta quando nasce do cuidado genuíno com as pessoas. Para mim, desenvolvimento e humanização não competem, e sim, se fortalecem.
Quando caminham juntos, o engajamento cresce, a produtividade se fortalece e o propósito ganha clareza. Dados da Gallup mostram que equipes engajadas podem ser até 21% mais produtivas. Mas, além dos números, vejo isso na prática: resultados consistentes são construídos em ambientes onde as pessoas se sentem vistas, ouvidas e desafiadas a crescer.
Metas e indicadores são essenciais. Mas só fazem sentido quando acompanhados de exemplo, coerência e direção clara. Cultura de desempenho não se constrói apenas com processos. Constrói-se com segurança psicológica, diálogo aberto, feedback contínuo, oportunidades reais de desenvolvimento.
No ISGH, buscamos transformar essa visão em prática. Estruturamos a Avaliação de Desempenho Anual (AVD) como ferramenta estratégica, fortalecemos a cultura de feedback, desdobramos a Pesquisa de Clima com escuta ativa e ações concretas, reconhecemos talentos e investimos na formação das lideranças.
Porque, no fim, performance sustentável nasce do equilíbrio entre estratégia e pessoas.
E eu sigo convicta: quando as pessoas se sentem cuidadas, elas cuidam. Quando se sentem desenvolvidas, elas entregam.
Quando se sentem parte, elas constroem. Mais do que um modelo de gestão, essa é a forma como escolho liderar. Todos os dias.
