Em um momento em que as cidades brasileiras discutem crescimento, mobilidade, sustentabilidade e qualidade de vida, a Conviver Urbanismo decidiu ampliar esse debate para além dos empreendimentos. A empresa lança a primeira edição da Revista Cidade Conviver, uma publicação editorial que nasce com o propósito de reunir diferentes especialistas para refletir sobre o futuro das cidades e das formas de viver no Nordeste.
A iniciativa reforça um posicionamento construído ao longo dos 46 anos de atuação da empresa: desenvolver cidades vai muito além da implantação de infraestrutura. A proposta é criar uma plataforma de conteúdo capaz de conectar urbanismo, economia, cultura, arquitetura, filosofia, turismo, empreendedorismo e desenvolvimento humano em torno de uma mesma pergunta: como construir cidades mais humanas para as próximas gerações?
A edição inaugural traz como tema central “Bairros Planejados: Transformando as Formas de se Viver no Nordeste” e reúne artigos e entrevistas de especialistas de diferentes áreas do conhecimento, como a filósofa Lúcia Helena Galvão, os urbanistas Camila Poio Bressan e Vinicius Macedo, o economista Giovanni Beviláqua e o especialista em longevidade Fernando Giordano, além de executivos da Conviver Urbanismo.
A proposta é conectar diferentes perspectivas para discutir como planejamento urbano, identidade regional, desenvolvimento econômico e qualidade de vida podem contribuir para o futuro das cidades nordestinas. Para Luiz Geddes, CEO da Conviver Urbanismo, a publicação nasce da convicção de que o desenvolvimento urbano precisa ser tratado como um tema de interesse coletivo.
“O Brasil não precisa apenas de mais cidades. Precisa de cidades melhores. A Revista Cidade Conviver nasce justamente para ampliar essa conversa, aproximando diferentes especialistas de um debate que impacta diretamente a vida das pessoas. Queremos contribuir para uma reflexão sobre como planejamento urbano, pertencimento e qualidade de vida podem caminhar juntos na construção do futuro do Nordeste”, diz.
Mais do que abordar conceitos técnicos, a revista procura aproximar o tema do cotidiano das pessoas, mostrando como o desenho das cidades influencia a mobilidade, a convivência, oportunidades econômicas e bem-estar. Segundo Mário Aragão, sócio e diretor executivo comercial da Conviver Urbanismo, discutir urbanismo hoje também significa discutir desenvolvimento econômico.
“Existe uma nova economia baseada na qualidade de vida. As pessoas já não escolhem apenas um imóvel; escolhem a cidade onde querem construir suas histórias. Quando uma cidade investe em planejamento, fortalece sua economia, atrai talentos, estimula novos negócios e melhora a vida da população. A revista nasce para mostrar que esses temas precisam fazer parte das discussões sobre o futuro da nossa região”, completa.
Além de reunir especialistas de diferentes áreas, a publicação também busca valorizar referências nordestinas e ampliar o debate sobre o papel das cidades médias no desenvolvimento do país. Para Ângelo Vieira Jr., CMO da Conviver Urbanismo, os territórios passaram a competir pela capacidade de oferecer identidade e qualidade de vida.
“Toda grande cidade também é uma grande marca. Ela constrói sua reputação quando cria experiências, fortalece sua identidade e desperta pertencimento. Com a Revista Cidade Conviver, queremos mostrar que urbanismo, cultura, empreendedorismo e desenvolvimento caminham juntos e que o nosso Nordeste tem muito a ensinar sobre cidades mais humanas e conectadas com as pessoas”, entende.
A primeira edição reúne conteúdos sobre bairros planejados, novo urbanismo, desenvolvimento regional, turismo, filosofia, bem-estar, empreendedorismo, identidade cultural e o futuro das cidades nordestinas, tendo Parnaíba como ponto de partida para uma discussão que pretende alcançar todo o Nordeste.
Com distribuição direcionada a lideranças, empresários, especialistas, formadores de opinião, universidades, instituições e imprensa, a Revista Cidade Conviver nasce com a proposta de se consolidar como um espaço permanente para discutir o desenvolvimento urbano da região e incentivar novas formas de pensar as cidades brasileiras.
