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Projetos de Inteligência Artificial do Instituto Atlântico movimentam mais de R$55 milhões em 2026

Por Redação

08/09/2026 11h12

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Projetos alcançam os setores industrial, de energia e TIC; ao considerar iniciativas com competências que habilitam o uso da tecnologia, volume supera R$90 milhões. 

A rápida adoção da inteligência artificial no Brasil tem ampliado a demanda por soluções capazes de transformar avanços tecnológicos em aplicações concretas. Em 2026, o Instituto Atlântico movimentou mais de R$55 milhões em projetos de aplicação de Inteligência Artificial, desenvolvidos para os setores industrial, de energia e de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). 

Os projetos envolvem aplicações como manutenção preditiva, visão computacional para controle de qualidade e otimização energética e estão alinhados a agendas estratégicas nacionais de desenvolvimento tecnológico, como o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e a Nova Indústria Brasil (NIB). Entre suas diretrizes, as políticas públicas estimulam o desenvolvimento e a aplicação de IA para ampliar a inovação, a transformação digital e a competitividade da indústria brasileira. 

O movimento acompanha o avanço da tecnologia no setor produtivo. Segundo a PINTEC 2024, do IBGE, o uso de IA pelas empresas industriais brasileiras pesquisadas passou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2024. 

“Estamos falando de projetos que conectam o desenvolvimento tecnológico a desafios concretos de setores estratégicos para o país. A IA ganha relevância quando conseguimos transformar conhecimento em aplicações capazes de gerar eficiência, produtividade e competitividade”, afirma Luiz Alves, Diretor de Inovação e Novos Negócios do Instituto Atlântico.

Ecossistema de projetos supera R$ 90 milhões 

O impacto da atuação do Atlântico em IA vai além dos projetos que têm a tecnologia como aplicação direta. Quando considerados também projetos que desenvolvem competências e tecnologias semelhantes e que habilitam o uso da inteligência artificial, o volume movimentado pelo Instituto em 2026 supera R$90 milhões.

Esse conjunto contempla iniciativas relacionadas a capacidades essenciais para a adoção e a escala da IA, como infraestrutura tecnológica, processamento, conectividade, dados e outras competências associadas.

“Para levar a IA à escala, não basta desenvolver a aplicação. É necessário construir todo um conjunto de capacidades que permita que essa tecnologia seja incorporada às operações de forma segura e eficiente. Quando olhamos para esse ecossistema de projetos, conseguimos dimensionar melhor a nossa atuação e o potencial de impacto da IA nos setores produtivos”, destaca Luiz Alves.