O Nordeste foi a região com maior destaque no crescimento do varejo farmacêutico brasileiro em 2025, segundo levantamento da IQVIA, realizado a partir de dados de sell-out do setor e divulgado em análises da Abafarma e da Abradilan.
No acumulado de 12 meses até setembro de 2025, a região registrou crescimento de 11,7% em faturamento, desempenho superior à média nacional, que ficou em 10,2%, evidenciando uma mudança relevante no eixo de expansão do setor.
Os dados mostram que o avanço nordestino não é pontual, mas estrutural. A pesquisa indica forte expansão no número de pontos de venda, aumento do consumo per capita de medicamentos e maior participação de categorias ligadas a doenças crônicas, autocuidado e atenção primária.
Esse comportamento acompanha tendências observadas em estudos científicos de saúde pública, que associam maior capilaridade farmacêutica à ampliação do acesso a tratamentos e à melhora na adesão terapêutica.
Outro destaque do levantamento de 2025 é a interiorização do crescimento. Cidades médias do Nordeste apresentaram taxas de expansão superiores às capitais, impulsionadas por melhorias logísticas, crescimento da renda regional e fortalecimento de redes locais e regionais.
Segundo a IQVIA, esse movimento reposiciona o varejo farmacêutico como um agente estratégico não apenas de consumo, mas de suporte à saúde em territórios fora dos grandes centros.
Nosso Meio em Brasília de olho no varejo farmacêutico
No lançamento da 3ª edição do impresso Nosso Meio em Brasília, André Curvello, diretor de comunicação da CNI, e Renato Camargo, que na época atuava como vice-presidente de clientes da Pague Menos, se reuniram para discutir o valor do intangível sob as perspectivas da indústria farmacêutica e do varejo. Renato Camargo compartilhou como a Pague Menos tem trabalhado a força da marca, o conteúdo e a omnicanalidade para fortalecer a relação com seus clientes.
“Quanto mais notoriedade de marca eu tiver e mais penetração existir nas redes sociais, menos eu pago em custos de aquisição de clientes, porque a busca fica mais orgânica. Por isso, investir em conteúdo, no varejo, é muito forte, porque antes do produto, o cliente consome o teu conteúdo”, ressaltou Renato.


