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Seminário Nacional pela Alfabetização apresenta marca inspirada nos diferentes caminhos da aprendizagem

Por Redação

14/07/2026 13h51

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Marca traduz conceito de “Avançar com Equidade” e reforça que diferentes trajetórias podem convergir para um mesmo objetivo, o de garantir o acesso de todas as crianças à alfabetização

A poucas semanas de reunir representantes das redes estaduais e municipais de ensino de todo o País em Fortaleza, o Seminário Nacional pela Alfabetização 2026 apresenta sua identidade visual, concebida para traduzir o conceito que orientará os debates desta edição, “Avançar com Equidade”. A marca transforma o mapa do Brasil em um conjunto de trajetórias que simbolizam os diferentes caminhos percorridos pelas crianças brasileiras no processo de alfabetização. O evento será realizado nos dias 29 e 30 de julho e contará com debates sobre políticas públicas, gestão educacional e estratégias voltadas à redução das desigualdades de aprendizagem.

O projeto da identidade visual foi desenvolvido pela agência cearense Obo Studio com o objetivo de traduzir o conceito de “Avançar com Equidade”, tema que orienta o Seminário Nacional pela Alfabetização 2026. O mapa do Brasil foi construído a partir de linhas orgânicas que representam as diferentes trajetórias vividas pelas crianças brasileiras no processo de alfabetização. Ao mesmo tempo em que cada percurso preserva sua singularidade, o conjunto forma uma única imagem do País, reforçando a ideia de que a diversidade de experiências converge para um objetivo comum, garantir o direito de todas as crianças à aprendizagem.

“Nossa intenção foi criar uma marca que representasse a pluralidade do Brasil sem perder o senso de unidade. As linhas simbolizam trajetórias únicas, com ritmos, curvas e direções próprias, assim como acontece com cada criança no processo de alfabetização. Ao mesmo tempo, elas formam o mapa do Brasil e remetem a uma impressão digital, reforçando conceitos como identidade, pertencimento e singularidade. A mensagem central é que cada criança tem sua própria história, mas todas compartilham o mesmo direito de aprender”, Kauê Aguiar, sócio-diretor da Obo Studi.

O desenho também remete a uma impressão digital, que reforça conceitos como identidade e pertencimento. A proposta reconhece que cada estudante possui uma história própria, um tempo de aprendizagem e desafios específicos, enquanto reforça que a equidade exige políticas capazes de considerar essas diferenças na formulação das estratégias educacionais. A identidade visual dialoga com o evento na medida em que propõe ampliar a discussão sobre alfabetização ao incorporar fatores como raça, renda, território, gênero e deficiência na construção de políticas públicas mais eficazes. 

Além de gestores públicos, especialistas e pesquisadores, o encontro reunirá representantes da Aliança pela Alfabetização – coalizão formada pela Associação Bem Comum, Fundação Lemann, Instituto Natura e Nova Foundation – para discutir estratégias de gestão, monitoramento e implementação de políticas voltadas à alfabetização na idade certa.